Nota de pesar pelo falecimento da professora Mércia Gama

Escrito por Caroline Santos Ligado . Publicado em Uncategorised

A direção executiva do SINTESE externa seu profundo pesar pelo falecimento da educadora Mércia Miriam Gama Bispo. A professora foi vítima de câncer aos 54 anos nesta quinta, dia 30.

Formada em Pedagogia, com Mestrado e Doutorado, a educadora trabalhava na Escola Estadual Cônego Filadelfo Oliveira em Laranjeiras.

O velório acontece no cemitério Colina da Saudade, o enterro está marcado para as 14h.

A direção executiva e funcionários do SINTESE oferecem aos familiares condolências e estimados préstimos.

Deputados de Alagoas e Sergipe estão entre os que mais traíram os trabalhadores

Escrito por Rosely Rocha, especial para Portal CUT Ligado . Publicado em Uncategorised

A população da Região Nordeste do país tem sido uma das mais leais ao legado que o ex-presidente Lula deixou ao país. Lula levou investimentos que geraram empregos e renda, combateu a fome e a sede de milhares de sertanejos e isso incomodou os latifundiários da região e as elites locais que lucravam com a desgraça do povo.

Resultado, mobilizaram suas bancadas no Congresso Nacional, formada por empresários ou parlamentares que financiaram, e mandaram aprovar medidas como a reforma Trabalhista e a terceirização, que retiraram direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras; a PEC do Teto dos Gastos Públicos, também conhecida como PEC da Morte, que congelou por 20 anos investimentos em áreas sociais, em especial as da saúde e educação; e o projeto que entrega o petróleo do pré-sal aos estrangeiros.

No estado de Alagoas, um dos deputados que mais tentou tirar o legado de Lula foi Artur Lira (PP). Ele que foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por peculato e lavagem de dinheiro por desviar de recursos públicos, votou a favor de todos os projetos do governo golpista e ilegítimo de Michel Temer (MDB-SP), que prejudicam os trabalhadores: a reforma, a terceirização, a PEC da Morte e a entrega do pré-sal.

Nivaldo Albuquerque (PRP) foi na mesma linha pró-patrão e votou a favor da reforma Trabalhista, da terceirização e da entrega do pré-sal ao capital estrangeiro.

Já Cícero Almeida (MDB) votou contra os trabalhadores ao aprovar a reforma Trabalhista e a terceirização, enquanto o tucano Pedro Vilela (PSDB) ajudava a entregar o nosso petróleo aos estrangeiros, votando a favor da PEC do pré-sal.

Quem também ajudou o governo golpista a prejudicar a vida da classe trabalhadora foi Marx Beltrão (MDB) que votou a favor da PEC da Morte, que poderá deixar milhões de brasileiros sem saúde e educação e outros benefícios sociais pelos próximos 20 anos.

Em Sergipe, o deputado federal André Moura (PSC) foi um dos mais ativos a favor dos golpistas. Ele que foi líder do governo de Temer, entre maio de 2016 a fevereiro de 2017, votou a favor da reforma Trabalhista, da terceirização e da entrega do pré-sal.

André Moura é suspeito de atuar com aliados do ex-deputado Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, preso por corrupção, para chantagear empresas na chamada Casa do Povo, segundo a Operação Lava Jato. Também é acusado de se apropriar ou desviar bens públicos, durante e após o seu mandato de prefeito de Pirambu, como alimentos e veículos da frota do município, receber ilicitamente mesada entre R$ 50 e 30 mil reais, e indicar funcionários fantasmas, entre eles sua esposa, para trabalhar na prefeitura.

Quem também votou contra a classe trabalhadora foi Laércio Oliveira (Solidariedade), que ajudou a aprovar a terceirização e a Reforma Trabalhista.

Fabio Reis (MDB) votou a favor da PEC da Morte e do fim do monopólio da Petrobras sobre o pré-sal.

Bosco Costa (PR) votou pela entrega do pré-sal brasileiro aos estrangeiros, antes de mudar de partido. Na época da votação, Bosco Costa era do PROS.

Confira aqui o diagnóstico das eleições 2018 de Alagoas e Sergipe, feito pelo DIAP

Atividades em Aracaju marcam lançamento de Frente contra a redução da idade penal e fazem alusão aos 25 anos do ECA

Escrito por Caroline Santos Ligado . Publicado em Uncategorised


Buscando fortalecer a defesa dos direitos das crianças e adolescentes e demonstrar que são possíveis e necessárias políticas de cultura, educação e lazer como forma de prevenção e enfrentamento à violência, articulações contra a redução da idade penal de 18 para 16 anos estão se formando e organizando atividades em todo o país.

Seguindo essa mobilização nacional, em Sergipe, na próxima segunda-feira, dia 13, será lançada a Frente Estadual contra a Redução, fórum unitário de organização e mobilização de dezenas de entidades e organizações da sociedade sergipana contrárias à redução da idade penal. A atividade de lançamento acontecerá às 7h, com local ainda a confirmar.

No mesmo dia, a partir das 13h, na Praça Fausto Cardoso, acontecerá um Ato Lúdico em alusão aos 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Com atividades culturais e artísticas - como oficinas de stencil, batucada, turbantes, educomunicação e cartazes, apresentações de dança, percussão e varal de poesias – o Ato pretende envolver jovens, adultos, crianças e adolescentes de todas as idades e de diversas regiões de Sergipe.

Após o Ato Lúdico, por volta das 16h, as entidades que constroem a Frente Estadual contra a Redução sairão em caminhada pelas ruas e avenidas do Centro de Aracaju, distribuindo materiais sobre o tema e dialogando com a população sobre a importância do ECA para os direitos de meninos e meninas, sobre quais medidas previstas no Estatuto ainda carecem de plena efetivação por parte do Estado e sobre quais os impactos e consequências de uma possível redução da idade penal.

De acordo com Lídia Anjos, articuladora do Movimento Nacional de Direitos Humanos, uma das entidades que integra a Frente Estadual contra a Redução, o objetivo das atividades é apresentar caminhos e possibilidades que garantam os direitos de crianças e adolescentes e não os criminalizem. “Queremos demonstrar que o caminho é investimento real na cultura, no lazer, na educação, pois atualmente as periferias e os municípios carecem de equipamentos públicos de cultura. Além disso, os orçamentos destinados a essas áreas são muito reduzidos. Por isso, durante todo o dia 13 queremos atrair a juventude para proposta emancipadoras, mas ao mesmo tempo afirmar que é dever do Estado executar políticas públicas garantidoras de direitos”, disse Lídia.

Serviço
O quê: Lançamento da Frente Estadual contra a Redução e Ato Lúdico em alusão aos 25 anos do ECA

Quando: 13 de julho de 2015

Onde: 7h – Local a confirmar / 13h – Praça Fausto Cardoso



Entidades que até o momento participam da Frente Estadual contra a Redução
Movimento Nacional de Direitos Humanos / Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM / Instituto Luciano Barreto Junior / Conselho Nacional do Laicato do Brasil – CONAL / Pastoral Carcerária / Pastorais Sociais da Arquidiocese de Aracaju / Legião da Boa Vontade – LBV / Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente / Fórum Associativo de Conselheiros Tutelares / Instituto Braços / Intervozes / Central Única dos Trabalhadores de Sergipe – CUT / SINTESE / Levante Popular da Juventude / Centro Dom José Brandão de Castro / União de Negros pela Igualdade – UNEGRO / Amanhecer contra a Redução / Juventude do Partido dos Trabalhadores / Coletivo Ana Montenegro / Comunidades Quilombolas de Brejão dos Negros, Carapitanga, Resina e Caraíbas / Conselho Regional de Serviço Social / Conselho Regional de Psicologia / Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Sergipe – SINDIJUS / Rádio Comunitária Amanhecer FM / Juventude das Pastorais / ENJUNE / Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil / Fórum Estadual em Defesa da Criança / Mandato do Deputado Federal João Daniel (PT) / Mandato da Deputada Estadual Ana Lúcia (PT) / Mandato do Vereador Iran Barbosa (PT) / Fundação Renascer / Coordenadoria de Direitos Humanos.

2

Escrito por Caroline Santos Ligado . Publicado em Uncategorised

2

Prefeito se recusa a dialogar com servidores e tranca a porta da prefeitura

Escrito por Luana Capistrano Ligado . Publicado em Uncategorised

Sem receber os salários de julhos professores e demais servidores municipais deOs professores da rede municipal de Umbaúba estão em greve desde quarta, dia 20. Umbaúba fizeram ato para chamar atenção da população nesta sexta-feira, dia 22. Uma mesa com pratos vazios foi montada em praça pública para simbolizar a dura realidade que os funcionários públicos do município e suas famílias vêm enfrentando nas últimas semanas.

 A manifestação dos trabalhadores saiu da Praça do Cuscuz em direção à prefeitura da cidade, onde tentariam abrir canal de diálogo e negociação com o prefeito José Silveira Guimarães. Ao chegarem à prefeitura professores e outros servidores foram surpreendidos pelos portões fechados e pela presença de policiais para assegurar que eles não adentrassem o prédio.

“Esta atitude demonstra a falta de compromisso e respeito do prefeito com o servidor público. Não somos bandidos, não precisa trancar portas, nem chamar a polícia para nós. Somos trabalhadores e estamos, de forma legítima e assegurada por lei, reivindicando o nosso direito. Retirar o salário de um trabalhador, além de covardia, é ilegal. Não somos nós que estamos fora da lei”, enfatiza a delega sindical, professora Lindssandra Silveira de Farias.

Após 22 dias de salários atrasados a situação para muitos servidores é crítica. OA mesa com pratos vazios simboliza a necessidade que as famílias de professores e servidores vêm passando após 22 dias de salários atrasados comércio local também sente os reflexos. “É angustiante ouvir depoimentos de trabalhadores dizendo que estão passando necessidade, alguns até fome. É uma situação degradante. Sem dinheiro não temos como horar nossos compromissos. Ao não assegurar o pagamento dos servidores públicos a prefeitura também prejudica os comerciantes, já que o nosso dinheiro é o um dos maiores responsáveis por movimentar a economia local. Alguns comerciantes já estão cogitando fechar as portas porque não têm mais clientes. Ou seja, muitas famílias estão sendo prejudicadas”, relata a professora Lindssandra de Farias.

Onde está o dinheiro?

 De acordo com o prefeito, José Silveira Guimarães, o não pagamento dos salários dos servidores públicos de Umbaúba do mês de julho se deu por falta de dotação orçamentária. O prefeito alega que o município não tem verba para pagar os servidores.

Durante a audiência com a comissão de negociação do SINTESE, ocorrida no dia 12 de agosto, o prefeito apresentou um documento em que encaminhava a Câmara de Vereadores um Projeto de Lei no qual solicitava abertura de Crédito Suplementar. O gestor municipal colou que somente a partir da aprovação de tal Projeto de Lei poderia efetuar o pagamento dos salários de julho aos professores.

No entanto, a comissão de negociação do SINTESE teve acesso a dadosAlém do recebimento dos salários atrasados, os professores lutam pelo pagamento do reajuste do piso orçamentários do município para 2014. No que se refere a verbas destinadas a pagamento de funcionários públicos municipais de Umbaúba, a prefeitura ainda não gastou o montante disponibilizado para 2014. De acordo com o apontado pelos dados orçamentários a prefeitura teria condições de pagar os salários do mês de julho.

Greve do magistério

Os professores de Umbaúba estão em greve desde a última quarta-feira, dia 20. Além dos salários atrasados, o prefeito até a presente data não concedeu o pagamento do reajuste do piso salarial de 2014.

O prefeito vetou um artigo do Projeto de Lei que asseguraria o pagamento do reajuste do piso salarial aos educadores de Umbaúba este ano, e, com isso, o referido projeto não foi apreciado e votado pela Câmara de Vereadores do município.

A Lei Federal 11.738/2008, que garante o pagamento do piso salarial aos professores da rede pública de todo o Brasil, é clara ao estabelecer que os professores devem receber o pagamento do reajuste do piso anualmente sempre no mês de janeiro.   

Assembleia

Na próxima segunda-feira, 25, os professores da rede municipal de Umbaúba irão se reunir em assembleia, às 14h, no Rotary Club, para deliberar os rumos da luta.