Para o SINTESE o governo do Estado precisa ter uma política séria de capitalização do fundo previdenciário

Escrito por Caroline Santos Ligado .

Foto: Jadilson Simões/ ALESE

Acompanhando a votação (e aprovação) do projeto que concedeu ao Governo do Estado de usar os royalties, participações especiais e compensações financeiras relacionadas a exploração de petróleo e gás natural, recursos hídricos e minerais para capitalização do Fundo Financeiro de Previdência do estado de Sergipe – FINANPREV/SE para o pagamento das aposentadorias e pensões, o SINTESE mostrou sua preocupação com a falta de uma política séria e efetiva de capitalização do fundo previdenciário do estado de Sergipe.

“São necessárias ações mais efetivas para a capitalização da previdência dos servidores públicos estaduais, pois utilizar os recursos dos royalties para o pagamento imediato dos proventos só posterga o problema, não resolve”, aponta a presidenta do SINTESE, Ivonete Cruz.

O sindicato tem feito o debate desde 2015 e compreende que não basta somente utilizar esses recursos é fundamental que o Estado continue fazendo os aportes no FINANPREV, caso isso não seja feito o rombo continuará. No final de 2017, após estudos realizados pela professora Mirelli Malagutti, o SINTESE apresentou propostas para a capitalização do fundo e entregou ano passado, um abaixo assinado solicitando uma política pública para garantir que o fundo previdenciário não fique em situação ainda pior.

De acordo com o projeto aprovado, o Governo do Estado poderá utilizar até o final desta gestão (em dezembro de 2002) R$400 milhões destes recursos.