Imprimir

Governo Jackson Barreto precisa dar explicações pelo ocorrido em Nossa Senhora das Dores

Escrito por Caroline Santos Ligado . Publicado em Redes Municipais

Foto: 1ª Cia do 10º BPM Foto: 1ª Cia do 10º BPM

O SINTESE vem a público prestar solidariedade às famílias dos dois estudantes mortos devido ao desabamento do reservatório de água ao lado da Escola Municipal Professor Osman dos Santos Oliveira ocorrida na última segunda, 06, no povoado Campo Grande em Nossa Senhora das Dores.

O sindicato também parabeniza a ação de todos na escola que conseguiram retirar boa parte das crianças que estavam próximas ao local onde a construção desmoronou. Se não fosse a atitude deles mais crianças poderiam ter falecido. E também a todos que prontamente se solidarizaram a prestaram socorro às vítimas.

Mesmo neste momento de profunda consternação é preciso denunciar que o governo Jackson Barreto tem explicações a dar ao povo sergipano. É fato conhecido que a população do povoado Campo Grande já tinha feito várias solicitações a DESO para realizar a manutenção da construção, mas nada de efetivo foi realizado.

Não podemos esquecer que a falta de ação da DESO em relação à manutenção é resultado de uma política de sucateamento empreendida por vários governos e intensificada no governo Jackson Barreto com o intuito de privatizar a empresa. Faz parte do modus operandi de governos privatistas sucatear a empresa pública para que ela não preste um bom serviço à população manchando a sua reputação e facilitando a sua venda. Essa política vem sendo diuturnamente denunciada pelo SINDISAN. É fundamental também que os órgãos fiscalizadores (Ministério Público, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros) se pronunciem sobre a construção de um reservatório de grandes dimensões tão próximo a um prédio escolar e sem isolamento da área.

É preciso que o governo Jackson Barreto explique ao povo sergipano a tragédia ocorrida em Nossa Senhora das Dores e tome providências para que não seja necessário que fatos semelhantes ocorram em outros locais para que o governo faça a sua obrigação.