Ato contra o Índice Guia transferido para o dia 14

Escrito por Caroline Santos Ligado . Publicado em Avaliação de desempenho

avaliacaodedesempenhoApós o anúncio dos professores de fazerem um ato em frente ao Centro Estadual José Figueiredo Barreto contra o Índice Guia, a Secretaria de Estado da Educação adiou a reunião que João Batista Mares Guia faria a apresentação do pacote sobre o Índice Guia de Avaliação de Desempenho.

A reunião na terça-feira, 14, a partir das 14h vai acontecer no auditório do Instituto Federal de Sergipe (IFS, antiga Escola Técnica Federal de Sergipe).


Durante essa semana diretores e coordenadores das escolas estaduais têm comparecido aos eventos promovidos pela Secretaria de Estado da Educação nas Diretorias Regionais de Educação (DRE’s) para que João Batista Mares Guia apresente o pacote “Índice Guia para Avaliação de Desempenho” que o Governo Déda quer impor aos professores da rede estadual.

Em alguns destes eventos membros da direção do SINTESE têm feito atos públicos com panfletagens, abordando diretores e coordenadores das escolas alertando-os para a verdadeira face do “Índice Guia”.

“Nosso objetivo com o ato é mostrar que avaliação deve ter por objetivo superar os problemas educacionais e qualificar o ensino. O pacote do Mares Guia apenas criminaliza professores, coordenadores e diretores de escola”, aponta a presidenta do SINTESE, Ângela Maria de Melo.

Não temos medo de avaliação
Em todas as intervenções a direção executiva do SINTESE deixa explícito que os professores da rede estadual não têm medo de avaliação. O que o sindicato sempre questionou é o método escolhido pelo Governo do Estado.

Para o sindicato o debate da avaliação de desempenho deve ser feito com a participação de todos os educadores para que o método empregado possa ajudar no desenvolvimento da educação pública de Sergipe. A instância ideal para isso é o Fórum Sergipano de Educação que foi instalado em novembro, mas que até agora não teve seus trabalhos iniciados.

Ao invés de utilizar-se de uma forma democrática o Governo de Sergipe preferiu impor um sistema de avaliação que tem como princípios gerar dentro das escolas um clima de controle e perseguição.