Nova edição da Revista Paulo Freire já disponível

Escrito por sintese Ligado . Publicado em Revista Paulo Freire

Setembro é um mês de vitória para os professores e as professoras de Sergipe. Após muita luta, muitas batalhas, muitas paralisações, atos públicos, ocupações, reuniões, assembleias e debates, enfim, conquistamos a aprovação na Assembleia Legislativa do reajuste de 7,97% referente ao piso salarial da categoria, para todos os níveis.

É evidente que a nossa luta não se encerra aqui. Pelo contrário, ainda há muito que reivindicar e que conquistar, especialmente no que diz respeito à nossa carreira, às condições de trabalho e à valorização que o nosso fazer pedagógico exige, como o passivo trabalhista de 2012. Mas, sem dúvidas, a aprovação do reajuste do piso salarial este ano nos dá a certeza de que os nossos direitos não são dados, mas são frutos da nossa mobilização e da nossa organização.

Nesse contexto é que se apresenta a edição 27 da Revista Paulo Freire. Nesta edição, você pode conferir as tabelas com os valores atualizados que cada educador/a deverá receber a partir do final desse mês.

O magistério sergipano ainda está também no momento de afirmação pública e celebração, com a recente realização do I Fórum Sergipano de Práticas Pedagógicas, que reuniu, em Aracaju, professores e professoras de todas as regiões do estado. O Fórum promoveu um importante espaço de socialização de experiências e projetos inovadores que estimulam e potencializam a construção de uma Escola Democrática e Popular, além de se constituir como uma resposta aos pacotes educacionais implementados pelo Governo do Estado na educação. Sobre isso, publicamos um artigo das professoras Itamara Leite e Viviane Leal, integrantes da Comissão Organizadora do I Fórum. De acordo com as professoras, “a necessidade de construção de uma escola democrática e popular advém, portanto, da análise crítica dos efeitos políticos e pedagógicos de uma política neoliberal que pensa em um projeto educacional que visa índices de diplomação e escolarização, mas, ao mesmo tempo reduzem investimentos na educação e organiza o currículo para atender às necessidades do mercado capitalista”.

Em tempos de intensas mobilizações sociais no Brasil e no mundo, bem como de expansão das redes sociais da internet, a Revista Paulo Freire – enquanto instrumento de formação, informação e debate crítico - procura refletir sobre os potenciais e limites da militância mediada pelo computador e da militância das ruas. Para essa discussão, apresentamos o artigo “O fazer política na era do ativismo virtual”, da economista e jornalista Marilza de Melo Foucher.

A edição 27 debate também um tema atual e que preocupa professores/as, pais, mães, estudantes, sociedade e poder público: a violência nas escolas. Ao invés de buscar e apontar vítimas e culpados, a Revista Paulo Freire se propõe a ir na raiz do problema e discutir as reais motivações dos casos de violência e indisciplina nas escolas. Por isso, entrevistamos com exclusividade a professora Ana Maria Falcão de Aragão, da Universidade de Campinas (Unicamp), que coordena diversos projetos sobre essa temática.

Se setembro de 2013 é um mês importante para o conjunto dos professores e professoras de Sergipe, é também um mês histórico para a esquerda mundial. Afinal, há 40 anos um Golpe Militar encerrava o governo democrático e popular de Salvador Allende, no Chile. A experiência chilena proposta por Allende ainda hoje deve servir de inspiração para todos/as que lutam e desejam um mundo justo, fraterno e solidário. Aos leitores e leitoras, a Revista Paulo Freire apresenta uma sugestão de 12 filmes que ajudam a entender esse processo, as lutas travadas pelo povo do Chile na defesa da Unidade Popular e na resistência à Ditadura Pinochet.
E, como de costume, relatamos ainda uma experiência positiva de projeto pedagógico desenvolvido por professores e professoras do nosso estado, além de poesias escritas também por educadores e educadoras sergipanos/as.

Boa leitura!
Ângela Melo
Presidenta do sintese

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Foto: Nova edição da Revista Paulo Freire já disponível
Setembro é um mês de vitória para os professores e as professoras de Sergipe. Após muita luta, muitas batalhas, muitas paralisações, atos públicos, ocupações, reuniões, assembleias e debates, enfim, conquistamos a aprovação na Assembleia Legislativa do reajuste de 7,97%  referente ao piso salarial da categoria, para todos os níveis.
É evidente que a nossa luta não se encerra aqui. Pelo contrário, ainda há muito que reivindicar e que conquistar, especialmente no que diz respeito à nossa carreira, às condições de trabalho e à valorização que o nosso fazer pedagógico exige, como o passivo trabalhista de 2012. Mas, sem dúvidas, a aprovação do reajuste do piso salarial este ano nos dá a certeza de que os nossos direitos não são dados, mas são frutos da nossa mobilização e da nossa organização.
Nesse contexto é que se apresenta a edição 27 da Revista Paulo Freire. Nesta edição, você pode conferir as tabelas com os valores atualizados que cada educador/a deverá receber a partir do final desse mês.
O magistério sergipano ainda está também no momento de afirmação pública e celebração, com a recente realização do I Fórum Sergipano de Práticas Pedagógicas, que reuniu, em Aracaju, professores e professoras de todas as regiões do estado. O Fórum promoveu um importante espaço de socialização de experiências e projetos inovadores que estimulam e potencializam a construção de uma Escola Democrática e Popular, além de se constituir como uma resposta aos pacotes educacionais implementados pelo Governo do Estado na educação. Sobre isso, publicamos um artigo das professoras Itamara Leite e Viviane Leal, integrantes da Comissão Organizadora do I Fórum. De acordo com as professoras, “a necessidade de construção de uma escola democrática e popular advém, portanto, da análise crítica dos efeitos políticos e pedagógicos de uma política neoliberal que pensa em um projeto educacional que visa índices de diplomação e escolarização, mas, ao mesmo tempo reduzem investimentos na educação e organiza o currículo para atender às necessidades do mercado capitalista”.
Em tempos de intensas mobilizações sociais no Brasil e no mundo, bem como de expansão das redes sociais da internet, a Revista Paulo Freire – enquanto instrumento de formação, informação e debate crítico - procura refletir sobre os potenciais e limites da militância mediada pelo computador e da militância das ruas. Para essa discussão, apresentamos o artigo “O fazer política na era do ativismo virtual”, da economista e jornalista Marilza de Melo Foucher.
A edição 27 debate também um tema atual e que preocupa professores/as, pais, mães, estudantes, sociedade e poder público: a violência nas escolas. Ao invés de buscar e apontar vítimas e culpados, a Revista Paulo Freire se propõe a ir na raiz do problema e discutir as reais motivações dos casos de violência e indisciplina nas escolas. Por isso, entrevistamos com exclusividade a professora Ana Maria Falcão de Aragão, da Universidade de Campinas (Unicamp), que coordena diversos projetos sobre essa temática.
Se setembro de 2013 é um mês importante para o conjunto dos professores e professoras de Sergipe, é também um mês histórico para a esquerda mundial. Afinal, há 40 anos um Golpe Militar encerrava o governo democrático e popular de Salvador Allende, no Chile. A experiência chilena proposta por Allende ainda hoje deve servir de inspiração para todos/as que lutam e desejam um mundo justo, fraterno e solidário. Aos leitores e leitoras, a Revista Paulo Freire apresenta uma sugestão de 12 filmes que ajudam a entender esse processo,  as lutas travadas pelo povo do Chile na defesa da Unidade Popular e na resistência à Ditadura Pinochet.
E, como de costume, relatamos ainda uma experiência positiva de projeto pedagógico desenvolvido por professores e professoras do nosso estado, além de poesias escritas também por educadores e educadoras sergipanos/as.
Boa leitura!
Ângela Melo
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