Bloco Caranguejo Elétrico oferece desconto para filiados ao SINTESE

Escrito por sintese Ligado . Publicado em Brasil

Para fortalecer a tradição do carnaval e promover momentos de lazer para seus filiados o SINTESE firmou parceria com o bloco sergipano de carnaval "Caranguejo Elétrico". Será o ponto de encontro dos professores de Sergipe.

Para os filiados ao SINTESE que querem cair na folia, os kits caem de R$ 60 para R$ 40, e podem ser adquiridos na sede do sindicato.


O bloco
No pré-caju 2009
o Caranguejo Elétrico traz a orquestra Spok Frevo, do Recife (PE), considerada o ícone do frevo moderno, que promete balançar os foliões. Esse ano os foliões podem esperar para se divertir no bloco no domingo, dia 25 de janeiro. Com uma média de três mil foliões, o objetivo do Caranguejo Elétrico é fazer um trabalho de conscientização social, mostrando a destruição dos mangues e do próprio caranguejo.


Mais informações pelos telefones  2104-9800

Terra será desapropriada por dano ambiental no Pará

Escrito por sintese Ligado . Publicado em Brasil

Fonte: Agencia Pulsar Brasil

Este é o segundo caso de desapropriação de terra privada para reforma agrária baseado em danos ao meio ambiente no Brasil. Desta vez a desapropriação será no Pará, um dos estados que mais desmatam no país.

O decreto federal publicado no dia 8 de dezembro aponta a fazenda Escalada do Norte, que fica em Rio Maria, sudoeste do Pará, como culpada de grandes danos ambientais. A primeira desapropriação por danos ambientais foi em Felisburgo, Minas Gerais, no ano passado.

A fazenda Escalada do Norte desmatou 174 hectares em área de preservação permanente, e no lugar plantou pasto para o gado. Além disso, houve desmatamento também em áreas próximas de rios e córregos, o que pode levar à morte de nascentes de água doce na localidade. Uma vez desapropriada, a fazenda poderá abrigar 290 famílias de assentados, em sua área total de 14, 8 mil hectares. As informações são do INCRA. (pulsar)

Sistema de transporte de Aracaju: caos à vista?

Escrito por sintese Ligado . Publicado em Brasil

Roberto Silva dos Santos, professor da  Rede Estadual

E da Rede Municipal de Aracaju, Direção de Comunicação

do SINTESE  e Secretário de Juventude da CUT-Sergipe

 

A falta de atenção da Prefeitura de Aracaju em relação ao transporte público da Cidade é revoltante. Apesar do Prefeito Edivaldo Nogueira (PC do B) ter anunciado hoje, dia 05, a entrega de 35 novos ônibus, o problema do transporte público da capital é caótico. Quem quiser confirmar, tal afirmação, é muito fácil. Preciso, apenas, viajar nos ônibus do Sistema Integrado de Transporte e ouvir as mais diversas reclamações dos usuários:  trabalhadores, desempregados, estudantes e donas de casas.

Por mais que a frase de efeito utilizada pelo Prefeito ser muito convincente: “Aracaju é a cidade da qualidade de vida”. Percebe-se que isso não parecer ser o sentimento dos usuários do sistema integrado de transporte: atrasos permanentes, motoristas pressionados pelas empresas para chegarem no horário e estressados, ônibus sujos e velhos na grande maioria, lotação excessiva nos horários de chegada e saída dos trabalhadores do emprego e passagens muito caras.

O que podemos observar em relação ao transporte da capital é que as políticas priorizadas pela SMTT-Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito são apenas: proibição de estacionamento e a política de multas. Sobre essa última, há denúncias feitas pelos Agentes de Trânsito municipais nos meios de comunicações da cidade, da existência de orientações para que multem os veículos deliberadamente. Apesar de a denúncia ter sido negada pelo Superintendente da SMTT Antônio Samarore, fica a dúvida no ar.

Entretanto, em relação ao transporte público ai é que o caos está cada vez mais próximo.  A Prefeitura de Aracaju não realiza licitação. O lobby dos empresários é muito forte e as gestões municipais empurram uma para outra para não se comprometerem com o “todo poderoso” SETRANSP- sindicato das Empresas de Transporte Público. Este sindicato, possui grande influência na Câmara Municipal de Aracaju e na Assembléia Legislativa que impede que aconteça qualquer tipo licitação ou ação da Prefeitura que venha melhorar a qualidade do sistema de transporte para a população. A melhoria do sistema  significa mais gastos para as empresas de ônibus e menos lucros e isso eles não aceitam e nem permitem.

O resultado disso são ônibus velhos, sucateados que quebram o tempo todo e superlotados. O sofrimento da população trabalhadora, desempregados, estudantes e donas de casas que utilizam esse meio de transporte é visível tanto nas rodas de conversas quanto dentro dos próprios ônibus.

A Prefeitura quando anuncia algum tipo de obra para “melhorar o trânsito da capital” são obras voltadas para o transporte individual através da construção de pontes e vias. Essa situação é motivada pelo poder que tem a indústria automobilística no país que movimenta bilhões e as gestões governamentais que tem implementado políticas para estimular a venda de carros de passeio. Já o transporte coletivo que é utilizado pela massa da população dos grandes centros urbanos sempre é esquecido.

Não há política para melhorar os serviços e reduzir o tempo de viajem dos aracajuanos. E, também, não há nenhuma obra que vise construir corredores de ônibus.  Em vez disso, reserva-se cada vez mais espaços para os carros de passeio.

A licitação do transporte coletivo é necessário e precisa sair das promessas de campanhas eleitorais. Durante o processo de licitação deve-se garantir a participação da população na decisão dos trajetos das linhas e no valor das passagens, pois hoje essas decisões são exclusividade da SMTT que na maioria das vezes não agradam a população. A Prefeitura precisa trocar, praticamente, todos os ônibus, pois a maioria deles não tem condições de funcionamento. Mas precisa-se, também, ocorrer o barateamento das passagens para garantir o efetivo uso dos ônibus pela população mais pobre, bem como a gratuidade para desempregados e estudantes subsidiadas pelo poder público.

É preciso reorientar a política de transporte da capital. Caso contrário, num tempo muito breve a situação chegará ao caos vivenciado, atualmente, pelos grandes centros urbanos onde o trânsito está insustentável. Sabemos que ainda é tempo para que se reorientem as políticas públicas no sentido de estimular a população a utilizar mais o transporte coletivo com a melhoria da qualidade, redução do tempo de viajem, mais linhas disponíveis e passagem mais baratas. A licitação ou a estatização do transporte público são os caminhos para que, de fato, tenhamos, um dia, qualidade de vida em Aracaju.

Band humilha garis outra vez. Hélio Costa não vai fazer nada ?

Escrito por sintese Ligado . Publicado em Brasil

Fonte Conversa Afiada -

O Conversa Afiada publica correspondência do Sindicato dos Garis de São Paulo:

Clique aqui para ir ao vídeo em que Boris Casoy mostra a face.

Carta aberta à população (do Sindicato dos Garis e Varredores)

Garis de São Paulo são humilhados duas vezes

Não bastasse a frase desrespeitosa: “Que m …: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho”, captada pelo áudio aberto no encerramento de uma saudação de Feliz 2010 de garis e varredores, no dia 31 de Dezembro de 2009, na TV Bandeirantes, hoje (4/01/10), ao tentar entregar uma carta à Boris Casoy e à TV Bandeirantes, os diretores do Siemaco foram mais uma vez humilhados.

Uma jornalista que se apresentou como Albertina e se disse chefe de redação não quis, sequer, assinar o protocolo de recebimento. Não autorizou, inclusive, que os diretores do Siemaco, o Sindicato dos Garis e Varredores, entrassem nas dependências da TV Bandeirantes.

Atitude que confirma que a desculpa de Boris Casoy não passou de uma formalidade e que prevalece o preconceito e o tratamento desrespeitoso com a categoria, com os seus representantes legais e com os trabalhadores e trabalhadoras da limpeza urbana de São Paulo.

Por isso, publicamos esta “Carta aberta à população”, em busca de atitudes menos preconceituosas e para insistir na adoção de hábitos democráticos. Pois, os garis e varredores de São Paulo queriam provar para a TV Bandeirantes e para Boris Casoy que não aceitam a classificação desrespeitosa: “O mais baixo na escala do trabalho”.

O preconceito e a afronta aos mínimos hábitos democráticos se confirmam pelas atitudes da TV Bandeirantes em não receber nossa carta de protesto e pelo tratamento desrespeitoso da jornalista Albertina, subordinada a Boris Casoy.

Eis a íntegra da carta que tentamos entregar ao apresentador Boris Casoy e que fomos obrigados a protocolar na TV Bandeirantes, que também não nos recebeu:

“São Paulo, 4 de Janeiro de 2010
De: Sindicato dos Garis de São Paulo
Para: TV Bandeirantes e Boris Casoy
Fazemos questão de registrar, formalmente, nossa indignação com a frase do apresentador Boris Casoy, da TV Bandeirantes, no dia 31 de dezembro de 2009, quando afirmou: “Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho”.

Não aceitamos as desculpas do apresentador, que foram meramente formais ao ser pego ao manifestar o que pensa e que, infelizmente, reforça o preconceito de vários setores da sociedade contra os trabalhadores garis e varredores, responsáveis pela limpeza da nossa Capital.

O esforço que os trabalhadores e trabalhadoras fazem, apesar de enfrentarem atitudes preconceituosas como a expressa por Boris Casoy, muito nos orgulha pois sabemos que somos parte integrante da preservação da saúde pública de nossa querida São Paulo.

Moacyr Pereira, presidente do Siemaco-SP, Sindicato dos Garis e Varredores de São Paulo.”

Mais informações com Moacyr Pereira, presidente do Siemaco

Acompanhe o que o Conversa Afiada publicou sobre uma campanha para obrigar o Ministro (independente) das Comunicações a fazer alguma coisa.

Aliás, amigo navegante lembra que o Ministro da Justiça também pode fazer alguma coisa sobre o papel edificante da Band e de Boris Casoy.

Ministro Hélio Costa: abra processo contra o Boris e a Band !

Os freios e contrapesos na democracia brasileira

Escrito por Caroline Santos Ligado . Publicado em Brasil

O escândalo de corrupção envolvendo o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), os diversos secretários e assessores do Executivo e os principais deputados da base governista poderá expor a fragilidade do sistema de controle da democracia brasileira, caso a apuração e o julgamento dos fatos fiquem circunscritos à responsabilidade do legislativo local - a quem cabe julgar o processo de Impeachment a ser movido pela OAB-DF, nas próximas horas. É que a Câmara Distrital é composta quase na totalidade por parlamentares fiéis a Arruda e que dificilmente o puniriam de maneira apropriada.

Sob a lógica da teoria de Montesquieu, que sustenta os modelos de democracia liberal em quase todo o mundo ocidental e em grande parte do planeta, a tripartição dos poderes - pressuposto do Estado Democrático de Direito - corre o risco de ser pulverizada se o judiciário não agir com rapidez e eficácia nesse caso do DF, utilizando-se das provas já colhidas pela Polícia Federal e outras eventualmente requeridas pelo juízo competente.

Os vídeos e gravações sonoras disponibilizados na Internet dão conta de que o governador Arruda e seus colaboradores não cometeram apenas crimes políticos, mas uma série de crimes comuns, tipificados no Código Penal. O mais visível é o de formação de quadrilha, financiado, segundo o secretário Durval Barbosa (denunciador do esquema), desde a gestão do ex-governador Joaquim Roriz (PSC) por empresários influentes e ligados, sobretudo, ao vice-governador Paulo Octávio (DEM), dono da principal construtora de imóveis residenciais no Distrito Federal. Daí a necessidade de o judiciário se manifestar rapidamente, até porque as provas são amplas e contundentes, evitando procrastinações que permitam a manutenção da atual gestão à frente da administração dos recursos públicos.

Dentre os envolvidos no mega-esquema de corrupção, coordenado pelo governador José Roberto Arruda, está o ex-secretário de Educação, José Luiz Valente. Parte significativa do dinheiro utilizado para garantir os interesses do governador era repassada pela empresa InfoEducação, responsável pela informatização das escolas públicas.

Diante de mais esse caso explícito de corrupção, a CNTE volta a externar sua posição em defesa de uma reforma política abrangente, pautada no financiamento público - que propicie limitar os gastos e a controlá-los de forma mais efetiva; na fidelidade partidária - a fim de resgatar os valores ideológicos dos partidos e a ética dos filiados; na radicalização do controle social sobre os mandatos eletivos e na aprovação do projeto de lei de iniciativa popular que prevê a Ficha Limpa dos candidatos. A situação também exige mais compromisso do poder judiciário no julgamento de casos envolvendo políticos, como forma de coibir e inibir a prática de atos de improbidade que encontram eco, lamentavelmente, na morosidade da justiça e mesmo na impunidade, o que é mais grave.

Do ponto de vista dos “freios e contrapesos”, sistema pensado por Montesquieu para a separação dos poderes (Checks and balances), há que se registrar que o Brasil tem vivido um momento conflituoso entre os poderes, muito em decorrência da luta de classes instalada no país. Assim, ao invés de imprimir controle sobre os fatos gerados no Executivo e no Legislativo, o Judiciário passou a assumir prerrogativa de legislador, com forte repercussão na gestão dos poderes Executivos (União, Estados e Municípios). A extensão da Lei de Greve da iniciativa privada para o serviço público reflete essa característica, e decorre, em grande parte, à ação omissiva do próprio legislativo. Já a interpretação preliminar à Lei do piso salarial do magistério desconsiderou a vontade majoritária dos membros de dois poderes (Executivo e Legislativo), dando ganho de causa (parcial e temporário) a uma parcela minoritária de governantes que tiveram suas teses derrotadas no processo democrático de elaboração da Lei.

Cientes de que a democracia se consolida com o fortalecimento dos poderes e com a ampla participação social nas decisões dos assuntos de Estado, nossa luta também é pela democratização do acesso aos cargos e funções estratégicos do Poder Judiciário e pela efetiva autonomia dos poderes, à luz de suas atribuições constitucionais.

 

Fonte: CNTE