Chuva alaga colégio e interrompe aulas

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Chuva cai como ‘cachoeira’ pelo telhado do Colégio Estadual Governador Djenal Tavares de Queiroz

Basta começar o período de chuva para que o Colégio Estadual Governador Djenal Tavares de Queiroz,Chuva cai como ‘cachoeira’ pelo telhado do Colégio Estadual Governador Djenal Tavares de Queiroz localizado no bairro São José, em Aracaju, se transforme em um ‘rio’, com direito até a ‘queda d’água’. O péssimo estado de conservação do telhado faz com que anualmente estudantes, professores e funcionários sofram com alagamentos nas dependências do colégio.

A água cai como uma ‘cachoeira’ pelo teto dos corredores e das salas. A situação atrapalha o andamento e chega a interromper as aulas. Na segunda-feira, 13 e na manhã desta terça-feira, 14, os estudantes tiveram de ser liberados mais cedo, pois não havia condições de dar continuidade às aulas com o Colégio tomado pela água da chuva.

Problema recorrente

Em 2013 as aulas do Colégio Estadual Governador Djenal Tavares de Queiroz chegaram a ser suspensas devido aos transtornos causados pelas chuvas. Em 2014 a chuva novamente atrapalhou as aulas e trouxe mais prejuízos. O SINTESE já denunciou a situação e pediu que a Secretaria de Estado da Educação (SEED) tomasse providências, por diversas vezes, mas nada é feito.

“Tanto em 2013 como em 2014, o SINTESE e a direção do Colégio pediram a SEED que providências fossem tomadas, mas em ambos os anos a Secretaria alegou que precisava solicitar suprimento de fundo para realizar os reparos necessários e que tal solicitação levaria um tempo para se concretizar. Com isso, o período de chuva passa, o problema fica esquecido pela SEED e basta que recomessem as chuvas para a novela se repetir”, conta a professora do Djenal Queiroz e diretora do departamento de Base Estadual do SINTESE, Claudia Oliveira.

A direção do Colégio Estadual Governador Djenal Tavares de Queiroz, já comunicou a Secretaria deA água toma as salas e impede o andamento das aulas Estado da Educação sobre a situação enfrentada pela comunidade escolar nos dois últimos. Caso o problema não seja resolvido até a próxima semana, estudantes e professores irão paralisar as aulas e ocupar a Avenida Barão de Maruim, em Aracaju.

“Até o momento a SEED não se manifestou. Nos últimos anos tudo que recebemos foram respostas vagas, que não apontam solução para o problema. Não vamos esperar de braços cruzados que algo seja feito. A Secretaria de Estado da Educação deve assumir sua responsabilidade. Estamos cansados de a cada chuva sermos tomados pelo receio do alagamento do prédio do Colégio ou até de um acidente grave acontecer. Não vamos admitir que este situação se repita ano após ano, queremos providências já”, exige a diretora do SINTESE, professora Claudia Oliveira.