A aprovação do novo marco legal do saneamento básico em 2020, pelo senado, foi um passo na direção errada. A lei abre espaço para ampliação da privatização e para exclusão de parte da população, permitindo que empresas privadas cuidem do saneamento básico.

A água não é mercadoria, o acesso a esse bem natural está em risco. As populações vulneráveis, que vivem em áreas rurais ou de baixa renda podem ser limitadas na distribuição de água, que sendo privada, visará o faturamento.

Confira a nossa discrição a respeito desse processo nocivo neste podcast.