Os educadores fizeram um ato público nas ruas da cidade, com objetivo de sensibilizar a gestão municipal. Os educadores de Arauá paralisaram as aulas no dia 20 como alerta para que o prefeito José Ranulfo dos Santos abra o diálogo com a categoria. Os professores por várias vezes já enviaram ofícios e tentaram marcar audiência para discutir a pauta de reivindicação, mas o prefeito se nega a atender os professores. Na próxima segunda-feira, 26, acontece uma assembléia e se não houver uma reunião com a prefeitura será deliberada greve por tempo indeterminado. Os educadores fizeram um ato público nas ruas da cidade, com objetivo de sensibilizar a gestão municipal.
Apesar de que nos primeiros meses de 2008 os recursos do FUNDEB terem crescido cerca de 45% em relação ao mesmo período do ano passado o salário atual de um professor é R$382 (menos que um salário mínimo). Para piorar há vários direitos que a prefeitura deveria pagar aos professores a exemplo da regência de classe, não são cumpridos.
A situação da maioria das escolas é grave. Faltam carteiras para os alunos e birôs para os professores. Salas superlotadas e multisseriadas, um exemplo é uma turma da educação infantil, onde na mesma sala há 40 alunos de 02 a 05 anos. As aulas começaram no mês de fevereiro a alimentação escolar só começou a ser distribuída em abril e mesmo assim já começou a faltar.
Perseguição
Ao invés de receber os professores para conversar a administração municipal tem utilizado a intimidação. A professora Adriana Alexandre dos Santos teve R$152 cortado do seu salário pó exigir seus direitos. O SINTESE entrou na Justiça e a prefeitura foi obrigada a devolver o dinheiro com juros e correção.











