O negro nos mercados de trabalho metropolitanos

147

Para marcar a passagem, nesta quinta-feira, 20 de novembro, do Dia da Consciência Negra,  o Sistema PED  produziu, nas cinco regiões metropolitanas – Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo – e no Distrito Federal, boletins regionais que analisam a situação atual do mercado de trabalho para a população negra. Todos os estudos, apesar das  diferenças regionais, constataram a manutenção de um quadro adverso para os negros (categoria que reúne negros e pardos) quando comparados com a situação dos não-negros (brancos e amarelos).

As análises foram desenvolvidas a partir dos dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada por meio da parceria entre o DIEESE e a Fundação Seade, com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego e convênios com instituições e governos locais. Os dados indicam que os negros ficam mais tempo no mercado de trabalho – começam a trabalhar com menor idade e continuam quando mais velhos -;  estão sempre em maior proporção entre os desempregados; estão mais presentes em ocupações que requerem menor especialização; têm rendimento, em média, menor que o dos não negros. 
 
 

Acesse Regionais para ver os dados detalhados para a situação dos negros e dos não-negros em cada uma das regiões
 
 

Acesse também: www.dieese.org.br