Belivaldo engana, mais uma vez, os servidores

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Não bastasse ter dividido o pagamento da primeira parcela do manchete belivaldoenganadécimo terceiro, o governo do Estado apronta mais uma contra o servidor. Em matéria publicada ontem (12) o Sindifisco denunciou que o governo do Estado não fará o pagamento da última parcela da primeira parte (50%) do décimo terceiro que aconteceria agora dia 15.

Representantes do governo, em reunião do Conselho do FUNDEB ocorrida nesta quinta, confirmaram a informação e também reafirmaram que essa última parcela será anexada a segunda (os demais 50%) e dividida em seis vezes a partir de janeiro de 2019.

Vamos relembrar que no final de junho o governo anunciou que faria o pagamento da primeira parcela do décimo (referente a 50%) de forma dividida (em cinco vezes) a partir do salário de julho até novembro, quem quisesse receber todo o valor poderia fazer um empréstimo no Banese.

O pagamento destas parcelas se deram até o dia 15 do mês subsequente (a parcela de julho foi paga em agosto, agosto em setembro e assim sucessivamente).

A expectativa dos servidores era ter a última parcela paga agora no dia 15 de dezembro e ela foi, mais uma vez, frustrada pelo governo do Estado.

“Não bastou dividir a segunda parcela para seis vezes e só pagar ano que vem. Em cima da hora descumpre a promessa de que pagaria a primeira parcela até dezembro e também descumpre a lei, pois o pagamento da primeira parcela tem que ser feito até o dia 20 de novembro. É um total desrespeito ao funcionalismo público estadual” afirma o vice presidente do SINTESE, Roberto Silva dos Santos

Pior situação estão os servidores que, devido a portabilidade bancária, não possuem contas no Banese e, por isso, não tiveram acesso ao empréstimo para a primeira parcela e não terão para a segunda e para aqueles que optaram por não realizar a operação de crédito bancário. Só receberão 40% do décimo terceiro agora em 2018, os outros 60% serão divididos em seis parcelas a serem pagas entre janeiro e junho de 2019.

“O governo Belivaldo Chagas termina o ano, massacrando mais uma vez os servidores públicos estaduais” aponta Roberto.

No caso do magistério não há justificativa para a divisão da segunda parcela, pois os recursos do FUNDEB disponíveis (e os que ainda vão ser repassados) são suficientes para o pagamento integral.