Amanhã, 18 de agosto, os professores e professoras começam do dia de luta nacional em defesa dos serviços público com ato a parir das 8h em frente à Assembleia Legislativa. O magistério irá cobrar dos deputados e deputadas estaduais que apoiem a luta dos servidores públicos para que o desconto de 14% nas aposentadorias e pensões seja revogado.
O sindicato irá entregar aos parlamentares, análises mostrando que não há mais déficit no fundo previdenciário estadual e, com isso, o desconto não seja mais necessário.
“A própria lei que instituiu a reforma da previdência estadual garante que a partir do momento que não haja mais déficit o desconto deve ser suspenso”, afirma o vice-presidente do SINTESE, Roberto Silva dos Santos.
Em um cenário onde os servidores públicos estão sem reajuste desde 2012 e o magistério desde 2015, ter seus proventos reduzidos em 14% é um grande baque nas finanças de qualquer família.
“Esses catorze por cento fazem falta é na compra de remédios, de uma alimentação mais adequada a nossa idade. Isso sem contar que com o desemprego que assola o nosso país, muitas de nós temos que ajudar filhos e netos a terem o mínimo de dignidade”, explica a professora aposentada Maria Luci Lima Santos, do departamento de Aposentados do SINTESE.
Ato também à tarde
O magistério se integra aos demais servidores públicos a partir das 15h na Praça General Valadão. O ato tem como objetivo denunciar que a política do governo Bolsonaro em privatizar as empresas públicas e de aprovar, a todo custo, a reforma administrativa tem como a redução drástica dos serviços públicos prestados pelo Estado.












