Projetos de lei sobre educação foram votados em Neópolis

Os projetos de lei que regulamentam a implantação do Piso Salarial, a gestão democrática, ampliação da Licença Maternidade para seis meses, a criação do Sistema Municipal de Ensino e o Estatuto do Magistério foram votados em plenário, apesar dos vereadores Terto (PTdoB), Joaquim (PV) e Cadinho (PTB) que fazem parte bancada que apoia o prefeito Marcelo Guedes terem se retirado da votação.

Manobras

Antes das eleições, os educadores conseguiram negociar com o então prefeito, Felipe Feitosa Barreto, todos os pontos dos projetos e o Poder Executivo enviou para a Câmara. Quatro vereadores, João Andrade (PSB), Sergio Ricardo (PTB), Joaquim (PV), Terto (PTdoB), Egracinda (PP), que na época eram de oposição, em manobra política faltaram a diversas sessões impedindo que os projetos tramitassem.Após nota pública veiculada pelo SINTESE, os vereadores  faltosos compareceram.

Através de requerimento, de acordo com o regimento da casa, o vereador Paulo solicitou que as matérias fossem diretamente para a votação. A partir daí foram aprovados com os cinco vereadores que permanecerem no plenário, pois os vereadores da bancada de apoio ao prefeito pediram a mesa que acatasse a solicitação do prefeito em retirar os projetos da pauta, mas a mesa diretora não atendeu ao pedido.

Novo capítulo

Para a coordenação geral da sub-sede do SINTESE no Baixo São Francisco II, a aprovação dos projetos de lei vai encerrar um triste capítulo da Educação m Neópolis. “Foram cinco longos meses de negociação, mas a luta e a resistência dos professores de Neópolis fizeram com que, apesar de três vereadores se recusarem a votar, que os projetos fossem aprovados. Agora só falta a sanção do prefeito que vai encerrar esse triste capítulo da nossa Educação”, disse Marly Rodrigues, coordenadora geral da sub-sede.

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