Professoras e professores da rede estadual jogam pá de cal nos destruidores da carreira do magistério

Indignação, revolta, raiva. Esse foi o misto de emoções que envolveu os professores e professoras no Ato da Indignação na manhã desta quinta, 24, em frente ao Palácio de Despachos.

O secretário de Educação, Josué Passos, o governador Belivaldo Chagas e os deputados estaduais: Capitão Samuel, Jeferson Andrade, Goretti Reis, Janier Mota, Gracinha Garcez, Zezinho Sobral, Zezinho Guimarães, Luciano Bispo, Adailton Martins, Garibalde Mendonça, Maísa Mitidieri e Luciano Pimentel. Todos foram alvo da pá de cal dos professores e professoras.

“Estamos indignados, mas continuaremos na luta pelos nossos direitos. Podemos ter perdido essa batalha, mas não perdemos a guerra e não vamos esmorecer”, disse a presidenta do SINTESE, Ivonete Cruz.

Além da pá de cal, as professoras e professores também registram sua indignação em um painel colocado nas grades do Palácio de Despachos.

Assembleia

Em seguida foi realizada assembleia onde as professoras e professores decidiram:

  • Campanha na TV desmentindo a fala do governo do Estado sobre os salários do magistério;
  • Campanha em rádios e redes sociais explicando a população como o governo do Estado e os deputados acabaram com os direitos do magistério
  • Realização de live dia 25, às 16h (via Zoom) para explicar aos professores e professoras da ativa e aposentados como ficará a remuneração depois da aprovação dos projetos;
  • Realização de atos na capital e no interior todo o dia 22 para lembrar ao povo sergipano dos deputados que destruíram a carreira do magistério;
  • Os professores e professoras realizem aulas públicas aos estudantes explicando como o governo do Estado e os deputados acabaram com os direitos do magistério da rede estadual;
  • Confecção de banners para os professores e professoras colocarem em suas casas lembrando os nomes dos deputados e deputadas que votaram a favor dos projetos da degola e da pá de cal.

Ação judicial

O SINTESE irá buscar a justiça para reaver os direitos retirados pelo governo do Estado e pelos 14 deputados estaduais. A assessoria jurídica do sindicato está preparando a petição.

Ao final do ato, rosas vermelhas foram distribuídas aos professores e professoras simbolizando a força, a coragem e a disposição para a luta.

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