Porque o magistério de Tobias Barreto é tão perseguido pela administração municipal?

Desde 2018 que a luta do magistério de Tobias Barreto tem sido árdua para que a gestão de Diógenes Almeida cumpra os direitos dos professores e professoras estabelecidos no Plano de Carreira e no Estatuto do Magistério.

Ainda naquele ano, para que a lei fosse cumprida, foi preciso uma longa Audiência Pública na Câmara de Vereadores, apesar do SINTESE ter mostrado na época que haviam erros na folha de pagamento que se fossem corrigidos dariam para garantir ao magistério o reajuste estabelecido em lei.

2019
Em dezembro, os professores e professoras foram surpreendidos com a notícia de que ficariam sem receber décimo terceiro. Isso por causa de uma briga política entre os vereadores e a administração municipal. Depois de denúncias, vigílias, atos públicos, somente na segunda quinzena de janeiro o décimo terceiro foi pago, apesar da lei instituir que ele seja recebido até o dia 20 de dezembro.

2020
A administração, pelo visto, entendeu que a maldade era pouca e agora em plena da pandemia da Covid-19 retirou a regência de classe paga aos professores e professores que ministram aula.

A desculpa do prefeito para mais esse corte de direitos é os professores não estando em aula, não tem o direito de recebê-la. O detalhe é que as aulas foram suspensas por causa da pandemia e, nesse sentido, não há motivos para o município não pagar a regência.

Reajuste do piso
A Câmara de Vereadores aprovou no mês de março, lei municipal que reajusta o piso do magistério para 2020 de acordo com a lei federal 11.738/2008, mas até agora o prefeito não cumpriu.

Não dialoga
Na propaganda a administração Diógenes Almeida é mostrada como democrática, mas o prefeito não recebe a comissão de negociação do SINTESE. E não dialoga sobre os problemas do magistério e da Educação de Tobias Barreto.

Essa recusa em receber o SINTESE para discutir os direitos dos trabalhadores não é marca de governo democrático! Desrespeitar ações estabelecidas em audiências não é atributo de quem “mantem o diálogo aberto”.

Os professores e professoras só querem a que a eles de direito. Por isso, desde sempre, o SINTESE está aberto ao diálogo, mas ninguém vai aceitar ter seus direitos negados.

O que tem feito o sindicato
A luta tem sido feita em várias frentes. Além de denunciar o que tem acontecido com o magistério tobiense e buscar audiência com a administração para que os problemas sejam resolvidos, o sindicato já impetrou ação judicial contra o corte da regência de classe.

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