A luta dos professores e professoras da rede municipal de ensino de Canindé de São Francisco não para. Com uma pauta importante, a categoria segue tentando negociação com a prefeitura da cidade, mas sem avanços.
No último dia 23 de agosto, professoras e professores fizeram uma peregrinação pelas secretarias de Educação e Administração e Finanças, além do gabinete do prefeito Weldo Mariano, mas nenhum gestor foi encontrado para dar respostas à categoria. “A gestão de Canindé vem protelando essa resposta ao magistério há tempos. Isso só reforça o tamanho desrespeitos que professoras e professores passam nesta rede municipal de ensino”, disse Emanuela Pereira, diretora de Bases Municipais do SINTESE.
Em seguida, a categoria se reuniu em assembleia geral local e, após discutirem e avaliarem a situação, decidiu por uma nova paralisação, que vai acontecer nos próximos dias 3 e 4 de setembro.
Professores e professoras de Canindé de São Francisco reivindicam: retroativos do piso de 2024, precatórios do FUNDEF dos anos de 2002 a 2004, décimo terceiro para os aniversariantes de julho, gratificação do adicional de 1/3 de 25 anos para quem tem direito a partir de julho de 2024, reestabelecimento de transporte escolar para os estudantes, passivos de férias de 2020 1/3 e 1/6 com ação na justiça, convocação dos aprovados no concurso público, novo plano de carreira e estatuto, pois o aprovado em 2022 retirou direitos para os novos concursados.












