SINTESE reivindica que Secretaria de Administração tome à frente dos precatórios do Fundef, já que Seed não consegue quitar todos os pagamentos

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Absurdo. Isso que se tornou a saga de um grande grupo de professoras e professores, da Rede Estadual de Ensino, para receber os precatórios do Fundef. Desde o mês de dezembro que a cada semana a Secretaria de Estado da Educação (Seed) estipula um novo prazo para quitar o pagamento junto a todos os professores, mas chegamos em fevereiro e muita gente ainda não recebeu.

A manhã desta segunda-feira, dia 2, começou bastante agitada na sede central do SINTESE, em Aracaju, muitas professoras e professores vieram ao Sindicato e as linhas telefônicas não pararam, todos querendo saber: quando os precatórios do Fundef serão pagos?

Diante deste cenário, o presidente do SINTESE, professor Roberto Silva, mais uma vez, procurou a secretária de estado da educação, Gilvânia Guimarães, e solicitou que a secretária busque a Secretaria de Estado de Administração para que os pagamentos sejam feitos com celeridade, já que está mais que nítido, e comprovado, que o sistema de pagamento da Secretaria de Estado da Educação não está dando conta de executar todos os pagamentos relativos aos precatórios do Fundef.

O presidente do SINTESE, professor Roberto Silva, faz a cobrança e diz que não dá mais para a cada semana a Seed tentar justificar o injustificável.

“Se a Secretaria de Estado da Educação não está conseguindo realizar os pagamentos, deve passar para a Secretaria de Administração. O que não dá mais é cada dia a Seed vir com explicações inaceitáveis e o pagamento não sair. O dinheiro está na conta do Governo desde o ano passado. Foi dito a todas as professoras e professores, que têm direito a receber os precatórios, que o pagamento aconteceria em dezembro, já estamos em fevereiro e ainda tem gente que não viu a cor do dinheiro. Repito: O dinheiro está na conta! Qual a dificuldade em pagar? O Governo do Estado não pode continuar desrespeitando professores desta forma”, expõe o professor Roberto Silva.