A importância de Sergipe no julgamento do STF

Diretores do SINTESE com Carlos BritoO julgamento da ADI 4167 que contestava aspectos fundamentais da lei do piso aconteceu no dia 06 de abril e marcou o magistério nacional, pois os ministros decidiram por 7 votos a 2 que o piso salarial é vencimento básico.

Mas os professores sergipanos puderam comemorar de forma ainda mais enfática. A sessão foi presidida pelo sergipano Carlos Ayres Brito, que proferiu um voto que emocionou os educadores que acompanharam ao vivo a sessão do STF.

“Temos a certeza que a presença do Ministro sergipano Carlos Brito foi decisiva para o resultado do julgamento, além da brilhante fundamentação jurídica, ele foi magistral na mediação com os outros ministros, sobretudo com aqueles que queriam prejudicar os professores,” enfatiza Joel Almeida, dirigente da CNTE.

Sergipe também esteve representando pelo advogado Roberto Figueiredo Caldas, nascido em Aracaju  e radicado em Brasília há alguns anos. Ele representou com maestria a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE.

Roberto_Caldas e Salomão Ximenes

No plenário acompanhando a votação estavam a vice-presidenta do SINTESE, Lúcia Barroso e os diretores Roberto Silva Santos e Ednalva Mendes, além de Joel Almeida, como dirigente da confederação.

Numa das sessões anteriores, as professoras Lúcia e Ednalva tiveram  uma conversa com o ministro Ricardo Lewandowski, e apresentando muitos argumentos ao Ministro sobre a necessidade de a Lei do Piso ser aprovada na íntegra.

“Conseguimos fazer com que ele nos ouvisse por um tempo, e com a experiência de professoras, mostrar a necessidade de um julgamento justo,” relata  Lúcia.

Em 2008 o Ministro Levandowski havia preliminarmente votado o conceito de piso como remuneração. Na sessão do dia 06, o ministro votou a lei na  íntegra favoravelmente aos professores.

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