Professores de Educação Física denunciam péssimas condições do Colégio João Batista Nascimento

Os professores de Educação Física do Colégio Estadual João Batista joaobatista2Nascimento procuraram o SINTESE para denunciar as péssimas condições de trabalho as quais eles estão submetidos.

Área livre cheia de mato e com cacos de vidro, quadra de poliesportiva incompleta, falta de material específico. É isso que a escola oferece aos alunos e aos professores para o desenvolvimento das atividades.

Os professores confeccionaram um relatório com fotografias mostrando a situação da escola, localizada no conjunto Marcos Freire II, em Nossa Senhora do Socorro e possui 1300 alunos no Ensino Fundamental, Médio e Educação para Jovens e Adultos.

A área livre da escola é composta por “um areal amplo que serve como depósito de lixo (galhos de árvores, restos de material de construção, vidros, etc). Ao fundo temos um matagal com vários insetos e outros animais nocivos a saúde humana”.

Como o espaço é extenso há também presença de usuários de drogas, joaoabatista1eles contam que já perderam as contas de quantas vezes a polícia já foi chamada para coibir o uso de drogas.

A quadra é um projeto mal elaborado que começou a ser construído em 1999 e ainda não foi concluído e a comunidade escolar não sabe o porquê e nem quando a quadra será finalizada, também não há equipamentos esportivos como: traves, tabelas de basquete, postes para voleibol e muito menos refletores, a conseqüência é que as aulas de Educação Física no período noturno ficam restritas a atividades em sala de aula. As linhas demarcatórias para as práticas desportivas são pintadas pelos próprios professores.

“A escola que deveria cumprir a função social de oferecer educação pública com qualidade pra a formação de cidadãos críticos e conscientes, tem sistematicamente negligenciado seus deveres constitucionais, notadamente quando se trata do fomento da prática regular de esportes e atividades físicas, como elementos de inclusão social e promoção da saúde em seus diversos aspectos”, diz trecho do documento.

O SINTESE enviará ofício encaminhando a denúncia dos professores para a Secretaria de Estado da Educação, Governo do Estado, Tribunal de Contas e para o Corpo de Bombeiros, para que eles façam uma vistoria no local.

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