É neste cenário absurdo que professoras e professores de Santo Amaro das Brotas decidiram fazer vigília em frente à prefeitura do município, nesta quinta-feira, dia 7, para cobrar respeito.
A gestão municipal, que tem à frente o prefeito Paulo César, tem agido de maneira repudiável ao escolher quem vai pagar em dia e quem ficará para depois. Uma ação, para dizer o mínimo, inescrupulosa e autoritária, que fere frontalmente a dignidade de professoras e professores, afinal salário são conta pagas, é comida na mesa e, acima de tudo, salário não é favor, é direito e deve ser pago a todos os trabalhadores e trabalhadoras dentro do mês trabalhado.
Para completar o tenebroso cenário, o prefeito ainda não pagou a gratificação de férias de professoras e professores, que deveria ter sido feito em julho, além disso, mantém o canal de diálogo e negociação com professoras e professores e com o SINTESE fechado.
“Estamos aqui hoje para demonstrar a nossa indignação, o nosso repúdio pela ação do prefeito, mas também viemos cobrar da gestão municipal, do prefeito, Paulo César, que receba o SINTESE em audiência, que abra o canal de diálogo e negociação com a nossa categoria. Um gestor municipal não pode simplesmente ignorar direitos e fazer o que bem entende na prefeitura. Não pode ignorar trabalhadores e seu sindicato. Gestão não se faz com tirania, se faz com diálogo e, principalmente, com respeito às leis e aos direitos. Isso é o mínimo que se espera de um gestor. E é sempre importante lembrar: não estamos pedindo favor. Queremos respeito e queremos ser recebidos em audiência”, faz a cobrança a diretora geral do SINTESE na região do Vale do Cotinguiba, professora Rita de Cássia.











