Em respeito a estudantes professores (as) de Canindé deliberam iniciar atividades não presenciais.

Na última quinta-feira dia 03 de setembro em Assembleia da Categoria, professores e professoras de Canindé de São Francisco deliberaram por iniciar as aulas não presenciais após avaliação do descompromisso da gestão com o cumprimento da valorização profissional e do direito à educação dos estudantes.

Vale ressaltar que a categoria repudia de forma veemente a ação do prefeito Ednaldo da Farmácia que, ao invés de negociar com a categoria, acionou a justiça para cortar salários, que já vem sendo pagos em atraso e de forma parcelada.

Importante destacar que essa ação do prefeito ainda coloca em risco o direito do estudante, porque ao cortar salários o gestor desobriga os/as professores/as a lecionarem os dias cortados.

Uma atitude que demonstra o desrespeito de Ednaldo em valorizar a categoria e o descompromisso em garantir aos estudantes o direito à educação. Diante da determinação da justiça a categoria questiona o posicionamento que penaliza ainda mais uma categoria já massacrada e desvalorizada.

Outro ponto que precisamos destacar é a dívida acumulada dessa gestão com a categoria do magistério:

– 1 parcela do 13° Salário de 2019 que foi dividido em 8x a ser pago esse mês;-

– 4 parcelas do 13° Salário 2018 que foi dividido em 8x a ser pago entre setembro e dezembro de 2020;- Reajuste do Piso salarial de 2020;

– Férias e 13° de 2020;- Retroativos dos pisos de 2016 a 2020.

De forma paliativa a gestão apresentou como proposta pagar em 12x nos anos de 2021 e 2022 as férias, o 13° de 2020 e os passivos trabalhistas, porém foi rejeitada pela categoria que exige que até dezembro de 2020 o prefeito Ednaldo da Farmácia e sua gestão deve quitar as dívidas junto ao magistério municipal.

A categoria também deliberou manter a luta e a resistência em defesa da garantia dos seus direitos e convocam para o dia 14 de setembro um ato em repúdio às ações do prefeito de Canindé. Sintese somos muitos somos fortes

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