Prefeito Samuel ataca novamente e envia PL à Câmara para destruir carreira do magistério de Socorro, burlando decisão judicial

Mais uma vez, demonstrando sua crueldade contra professoras e professores, o prefeito de Nossa Senhora do Socorro, Samuel Carvalho, enviou, na surdina, à Câmara de Vereadores um novo Projeto de Lei com o objetivo de destruir a carreira do magistério. Além de cruel, o Projeto de Lei do prefeito Samuel é uma tentativa de burlar decisão judicial e enganar o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ /SE).

Caso os vereadores aprovem mais essa maldade contra os professores, a carreira do magistério de Socorro estará acabada.

Por isso, o SINTESE convoca as professoras e professores da rede municipal de Nossa Senhora do Socorro a estarem presente, nesta quarta-feira, dia 11, em uma vigília, em frente à Câmara dos Vereadores, às 7h30 da manhã.

No final do último mês de janeiro, o Pleno do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ/SE), por unanimidade, referendou a liminar concedida pelo desembargador Diógenes Barreto, logo nos primeiros dias de 2026, suspendendo a lei municipal nº 1917, de 16 de dezembro de 2025, em Nossa Senhora do Socorro, que alterava o plano de carreira da rede municipal de ensino, aplicando o piso salarial nacional apenas para o professor de graduação, e congelando gratificações.

No entanto, mesmo com a decisão do TJ, o prefeito Samuel Carvalho insiste em enviar um novo Projeto de Lei, com o propósito de destruir a carreira em uma evidente postura de desrespeito à decisão do poder judiciário.

“Não podemos permitir, mais essa tentativa de destruição dos nossos direitos. Esse novo PL que o prefeito Samuel enviou à Câmara é mais uma ação que visa negar direitos e de destruir a nossa carreira. O prefeito não aceitou a decisão judicial e quer novamente atacar o magistério, passar por cima da decisão do TJ de Sergipe. Por isso, mais uma vez, o SINTESE chama os professores e professoras de Socorro para luta: venha para a vigília nesta quarta-feira, o que está em jogo é a nossa carreira e os nossos direitos. Temos que lutar”, conclama a diretora do SINTESE e professora em Socorro, Adenilde Dantas.

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