Professores e professoras de Nossa Senhora da Glória cobram da prefeitura e deliberam ações de luta pela garantia de direitos

Professores e professoras da rede municipal de ensino de Nossa Senhora da Glória, no sertão do estado, se reuniram em assembleia nesta terça-feira, 22, para traçar encaminhamentos lutas em defesa de seus direitos.

 A gestão municipal tem acumulado dívidas junto ao magistério e vem desrespeitando os direitos garantidos aos professores e professoras.

O magistério gloriense cobra o pagamento dentro do mês trabalhado; pagamento da revisão do piso salarial do ano de 2022 e reajuste do valor do auxílio transporte, pra aqueles e aquelas que lecionam nos povoados.

A categoria deliberou, ainda durante a assembleia, entrar com ação judicial contra a prefeitura para assegurar o direito ao recebimento do 1/6 ferial.  Já são quatro anos (2018 a 2021) que as gestões têm negado o pagamento de 1/6 ferial a professores e professoras da rede municipal.

Entre os encaminhamentos o magistério afirmou:

1. Não aceitar nenhuma proposta com percentual menor de 33, 24%

2. A gestão precisar apresentar uma proposta até o dia 03 de março

3. Caso não tenha proposta, professores e professoras farão vigília no dia 04 de março, em frente a prefeitura, às 8h

Presente na assembleia, o vice-presidente do SINTESE, professor Roberto Silva, fez questão de lembrar que o SINTESE está aberto a diálogo. “Esta entidade não se fecha ao diálogo e negociação com os gestores, e isso não é diferente em Nossa Senhora da Glória.  Seguimos abertos ao diálogo, mas não vamos deixar de fazer enfrentamento porque a grande marcar do SINTESE sempre foi a luta e a resistência. Vamos seguir em luta”, afirma.

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